A história de as brasileiras, no Brasil

Projeto visa a pesquisa e a criação de talentos

Exatamente dez anos atrás, uma pequena cidade no sul do Brasil, ficou de o mapa do mundo

Agora tardia famoso Alexander Bogatyrevu veio à cabeça a idéia de abrir no Brasil, a escola do teatro bolshoi.

A iniciativa foi pego e se deram conta do lendário coreógrafo Vladimir Vasiliev, e o governador do estado de Santa Catarina, Luiz Henrique sim.

Hoje, a escola é frequentada de ballet clássico e contemporâneo da dança para crianças a partir de praticamente todos os estados do Brasil (e de mais alguns países da América Latina). A maioria dos alunos da escola de imigrantes pobres, quase todos (por cento) são treinados gratuitamente. As performances da escola por dez anos de existência, participaram mais de mil brasileiros.

Formandos assumem o trabalho no balé, a trupe melhores teatros do mundo.

Com dezessete anos trabalhou em teatro. Começou com o estudante de. Quarenta anos de tempo de serviço cresceu o suficiente para um bom assistente de figurinista (digo, deixando de lado a falsa modéstia).

No Brasil atingiu acidentalmente (embora, dizem, nada acontece por acaso).

A filha se casou com um brasileiro. Dois anos se passaram na Europa, na França, mas depois decidimos ir para cá, porque o marido da filha aqui, a mãe, o pai e assim por diante. Eu, é claro, no fundo, sonhava em ir com eles, em uma festa, ver o país. E, de repente, um dia, no trabalho, ouvi uma conversa informal por telefone: Grande teatro à procura de um homem, acabado de ir para o Brasil, fazer figurinos para as produções do"quebra-nozes", sob a direção de Vladimir Vasiliev. Com uma Grande percentagem tive uma experiência de cooperação. Como eu entendi, -me sobre esta vaga não é dito (embora saibam que eu tenho uma filha no Brasil), pois não queriam perder a confiança do funcionário.

Mas então, e no momento estou com um pouco de arrancou um tubo humano das mãos e tornou-se para descobrir mais.

Isso aqui é tudo e aconteceu. Agora eu figurinista da escola do teatro bolshoi no Brasil.

Moro aqui já é a terceira ano.

Eu gosto muito, é verdade. Infelizmente, eu sou um inglês nem boom-boom.

Mas quando meus filhos se casar com estrangeiros, se inscreveu no curso de: um genro diz em espanhol, outro em português.

O inglês e o tenho como não foi aqui não vai, e tudo mais.

E então eu o genro diz: e por que você precisa de inglês. Ensina, diz, em português, porque com o espanhol semelhantes. Bem, eu e assumiu o português ainda não sabendo o que vai passar, um ano antes.

Foi difícil, porque eu trabalho de oito para oito, e, então, estudar muito.

Finalmente veio para cá com alguns azami gramaticais básico, associações. Em geral, o real conhecimento, não era possível chamar. Honestamente, eu não sabia o que me espera, que eu ia.

Eu só achei muito interessante e não é assustador eu sou aventureiro por natureza.

Certamente, impressionou o calor.

No Brasil eu morava em São Petersburgo

Novamente, a tudo se acostuma, mas o primeiro ano foi muito difícil. Eu cheguei aqui em fevereiro, em são petersburgo, e Rio de Janeiro foram macabro do mundo em menos de quarenta, e com da escada desceu aqui e quarenta e calor. Quase graus de diferença, depois de dois dias de caminho. Durante o primeiro ano de adiar, provavelmente, um quilo de dez. Inicialmente, tentou comer assim, como estava acostumada, mas isso aqui não é aceitável a todos. Não é possível comer o macarrão com o queijo de manteiga, isso é muito difícil, o organismo simplesmente não resiste. Precisa de mais legumes, ervas, estou agora a esta acostumado, e eu gosto muito dele. Muito feliz moro em três minutos a pé para o trabalho. Em são petersburgo, montou uma hora e meia em uma extremidade, uma hora e meia no outro de tubos altamente.

Acontece que tenho aqui de volta diários de três horas de vida, que na cidade natal matava a estrada.

Mim é muito, muito revigora. Aqui tudo é mais tranquilo, não há tal, como nós, e, consequentemente, pessoas de outros muito simpática, muito bem-vindos. Aqui está a comparar, mesmo se não com o Brasil e a França: quando lá chegou, notou que lá estava horrível não gostam de estrangeiros e em todos os sentidos é o show na loja, públicos, não importa onde. Aqui no Brasil, é o contrário: tudo que você tem recebido com os braços abertos. Mas o que eles não em uma pressa, isso é um fato. Eles não têm para onde correr. Acho que isso, inicialmente, devido ao clima. Afinal, o hábito de se apressar é genético: no frio país não com o trabalho, com o plantio de grãos, por exemplo, e tudo vai viver. E quanto a nós tivemos guerras estamos acostumados a lutar, defender, para defender-se. Aqui não há, praticamente, não houve guerras.

Um dia eu de óculos b, dirigiu-se ao salão de beleza sistema ótico de táxi (então ainda a máquina não tinha).

E pergunto ao motorista de táxi, o quanto ele pode me esperar. Sim o quanto quiser, diz. Pergunto no salão de quanto tempo vai demorar para eu obter um par de óculos. Finalmente uma hora e meia. Eu: menina, você mesma me disseram minutos. Ela disse puro de: bem, você tem o mesmo duas lentes. minutos é um conceito abstrato, mas não uma hora específica. Esse argumento deve ser entendida assim:"será concluído hoje". Tudo bem, tudo maravilhoso, hoje não tem tempo para amanhã faremos, qual é a diferença. O primeiro ano de alguns momentos de trabalho me muito a. Eu não sabia bem como isso é possível: eis, por exemplo, resta centímetros, é o mesmo de dois minutos. Mas o seu dia de trabalho terminou, ela pôs a agulha e vai embora. Eu mesmo pretendo fazer para o tempo de trabalho para algum trabalho. Se não me quero falar. Aqui eu não o encontrei de consumo, diárias de agressão. O nosso povo é peculiar, mesmo em família: somos agressivos em relação uns aos outros, para as crianças. Aqui eu sou diferente olhou para coisas que antes não reparava. No Brasil eu me dei conta de que agimos de uma ligeira errado em relação até mesmo a sua família. Aqui não existe, embora, também aqui, suas flexões. Por exemplo, fui eu na piscina. Há um monte de filhos, e lhes é permitido tudo o que quiser, não, não faz comentários. Eu tenho por hábito mesmo um menino nas nádegas não bateu, e bateu de molhado. Ele não fez a sair da piscina, diante de mim pulando, eu fiz isso não em seus corações, e com um sorriso, ele entendeu que shalit. Para ele, isso foi um choque, eles é de todo inaceitável. Quando eu vi seus olhos, quando ele me virou, eu percebi que eu sou muito enganado, que ele agora vai reclamar para seus pais e o caso pode chegar à corte. Mas acabou tudo bem pode, em algum lugar no fundo da alma, ele percebeu que não faz algo, realmente shalit. Os brasileiros em geral muito diferente da educação dos filhos. Aqui em vinte anos, o homem, ainda criança. Para ele, há trinta anos, mas ele ainda é um bebê na família. Se ele tiver a sua própria família e as crianças, ele ainda é uma criança. Meu filho de vinte e três anos, já tinha dois filhos, e quando o primeiro filho nasceu de todos, ele é o pai de família, homem. Aqui mesmo se o dia do nascimento de ir a mãe, o pai e a criança com uma levam a babá. Por que essa babá lá. Em geral, claro. O que os veem pro Brasil na tv, mais frequentemente do que vem através da América, por isso, muitos acreditam que o Brasil é muito poderoso o agressor. Mas acho que não todos se atrevem a dizer isso em seus olhos. Com alguém sobre a política e desigualdade: sim, eles acreditam que somos atacados por aqueles, em. eles têm essa sensação. Eu digo: você quer uma guerra.

É isso que eu não quero é exatamente o mesmo, toda a minha família, todos os meus entes queridos, nós não queremos isso.

E então, o que está acontecendo, não é o nosso jogo, nós somos pessoas simples, em algum lugar há algo acontecendo, ninguém sabe de verdade. E concordar com tudo isto. Mas, no entanto, mais uma vez, eles têm a sensação de que o Brasil é o agressor. Temos na escola percebem o Brasil de outra forma, através do prisma da cultura.

É a mesma escola brasileira de ballet.

Os discípulos de todos sonham em visitar o Brasil. Para chegar lá, trabalhar, viver.

Outra questão, de que eles em si não é muito bem representam.

Muitos alunos já partiu daqui para o Brasil: a Grande dança de várias pessoas desta escola, em Kazan, temos a menina dança e muito feliz. Ela viu a prima, feito uma menina muito talentosa. E quanto às pessoas na rua, muitos não têm idéia de que é o Brasil, onde ela está alguém que mora lá. Aqui estou eu andando de taxi, por exemplo, e o motorista começa a conversa: eu acho que, é claro, existem aqueles que são mais cuidadosamente estudam a história, a geografia. Mas basicamente as pessoas simplesmente não param para pensar sobre essas coisas, como em outros países.

Aqui, eu entendi, geralmente pouco lido.

Locais interessam antes de tudo, entretenimento comer, se divertir, dançar. Tudo muito leve, não preocupados. Temos, pois, historicamente, o que se tem de preocupar-se com o futuro: o verão não é tomar cuidado para obter alimento no inverno, ficar com fome de morte. Aqui não deve-se pensar nisso, durante todo o ano crescendo em si. Não precisa pensar sobre como aquecer a sua casa, peça que fazer alguma coisa. Eles não estão acostumados, em princípio, cuidar do dia de amanhã. Um teto sobre a cabeça tem um e é excelente. E não existe um teto, e caracteres, não. Importante, para que a serpente não tem entrado.

Lembro-me, como um menino-um aluno trouxe um par de botas, que dançou, e o colocou sobre a mesa.

Eu lhe disse: você ainda sobre a cabeça essas botas. Então olho, eles têm toda a sapatos sempre vale a pena nas mesas. Não colocar no chão, perigoso: de manhã, lá perna, e há a serpente. Eles e todo o lixo gerado acima do piso, não é sobre a terra, e todos esses cestos de lixo no alto de uma perna.

Também então por isso.

Na cidade, é claro, não vai se deparar com cobras, mas para a cidade completamente. Minha filha mora em uma casa de campo, perto da floresta, e aí, às vezes. Para não atrair a serpente, todo o lixo pendurado. Aqui rigidez não aceitam. Nós temos o mesmo como: passou, rapidamente se pronunciou e foi mais longe, e ninguém notou. E todos eles são como as crianças são muito, muito. Pela primeira vez, quando eu trabalhei com eles, eles me batiam. Eles não estão acostumados ao fato de que alguém é algo que exige. Digo: você já começa a se geralmente de algo para fazer, você acha que você deveria ser, ou não se pensa.

Você precisa entender, por que você está fazendo, e não apenas para rabiscar.

Ela senta-se e chora como uma criança. Então eu já percebi que você não pode com eles, por isso não vou, se vou odiar. O preço da habitação muito depende da área. Se o centro de nossa cidade um apartamento de um quarto retirar, é de cerca de dois mil reais (onde há quarenta mil rublos). Mas é no centro, e se de longe o mais barato.

Meus filmam uma casa grande ou reais, mas eles têm uma enorme praça e dois andares.

Eles filmam não no centro, lá grande ar, a natureza.

Mas e os mosquitos perigosos. As crianças gostam de uma segunda criança, no entanto, por esse vírus, que é transmitida por mosquitos, decidiu esperar. Este vírus é perigoso para as mulheres grávidas, as crianças nascem com surpresas portadores de deficiência, ocorre algum tipo de mutação. A filha de com o seu médico, e ele disse: você sabe o que é, ninguém sabe o que será daqui a um ano ou dois, e ninguém sabe o quanto você vai ter que esperar.

Mas, novamente, no centro da cidade destes mosquitos não, de modo que, se precisa de se mudarem para lá.

De luz eu choro muito, embora não posso dizer que lâmpada. São sempre apenas o frigorífico e o computador, corre a ordem de rublos por mês, acho que é muito. Mas aqui praticamente não há custo para o transporte.

Agora eu comprei um carro e não posso dizer que é um monte de dinheiro gasto em gasolina: no princípio, eu não vou a lugar nenhum, até o trabalho mais fácil caminhar.

Se viajar para o mar, então a cidade mais próxima, onde tem a praia, a quarenta minutos de carro. Mas, em geral, a gasolina é mais caro que o Brasileiro. A máquina também é um pouco caro, especialmente os importados. E aqueles que os produzem, não de qualidade. Eu entendo que há um monte de pessoas ricas. Mas há muito, e parece-me que mais do que temos. Ou seja, um pacote forte. Quanto à classe média, então, por assim dizer, o seu nível mínimo de vida corresponde ao nosso máximo. Mas, novamente, o que eu disse, este não é um fato, é apenas a minha opinião pessoal. Aqui está a tais conclusões, eu podia fazer, depois de viver algum tempo aqui.




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